São Paulo É uma Cidade Cara (?)

2 05 2013

Hoje vamos falar de um assuno um pouco diferente. Não vamos falar sobre receitas nem lugares, mas sim de uma iniciativa que começou há algumas semanas em São Paulo e que vocês provavelmente já ouviram falar, o Boicota SP.

Para quem não conhece, é um canal criado para que as pessoas possam compartilhar com a rede bares, restaurantes e afins que cobram um preço extorsivo por alguns produtos. Lá encontramos de tudo: de coxinhas até pratos gourmet.

Eu, pessoalmente, achei a iniciativa sensacional, porque além de achar sim que existem alguns exageros por partes de alguns estabelecimentos, adoro essa ideia da própria rede se auto regular e informar o que é válido e o que não, criando um tipo de “banco de dados” para consulta de outros consumidores. Na minha opinião, este é o futuro do marketing, porém, deixa esse tipo de assunto para meu outro blog.

No começo, na empolgação, as pessoas começaram a criticar qualquer que custasse um pouco mais caro, alguns chegando ao extremo de dizer que “com metade desse dinheiro eu comprava e faria em casa”.

Não quero fazer aqui o papel de advogado de bares e restaurantes, até porque eu sou um pão-duro contumaz (podem perguntar pra Veri), mas antes de sair metralhando tudo e todos é preciso separar os casos: existem casos em que existe sim uma exploração (normalmente quando falamos de produtos commodities ou majoritariamente industrializados) e em outros onde os produtos, a preparação e toda a experiência de comer justificam preços aparentemente caros.

O que importa aqui é que, como eu esperava, a rede começou a se regular. E isso eu pude perceber hoje no caso do Antonietta, que explicou o motivo de um Nhoque de Abobora com molho de manteiga e sálvia, e camarões custar R$ 76,00. E foi muito convincente, a ponto de 90% dos comentários os defenderem (e muitos dizerem que ficaram com vontade de comer lá).

É preciso entender a diferença entre exploração e qualidade. Nós somo totalmente contra o primeiro, mas adoramos o segundo: achamos que um prato de qualidade, muito bem preparado, em um lugar bacana, criado por um chef competente tem o direito (e o dever) de ser “caro”, afinal, caro ou barato não são representados por números, e sim por uma percepção.





Florianópolis dos Vegetarianos (Praia dos Ingleses)

22 04 2013

Bar Baridade – Praia dos Ingleses

Vamos continuar com nossos posts sobre a viagem para Florianópolis. Sabemos que não é o melhor momento para escrever sobre praia, pois o inverno está chegando e os dias estão cada vez mais frios, porém nunca se sabe quando vamos para um lugar desses, certo? Além do mais, isso pode servir para alguma informação futura pois, diferente do jornal de papel, um post em um blog não vira forro de casa de passarinho :)

Como a Veri já disse, fomos para a Praia dos Ingleses, em Florianópolis. Encontramos uma pousada no Booking (fica a dica, vale a pena usar essa ferramenta e checar as avaliações dos hóspedes como parâmetro de escolha) muito agradável e simpática, sem muito luxo, mas perfeita para aquilo que a gente queria: descansar.

Para quem não conhece (como eu não conhecia), a Praia dos Ingleses é uma praia no norte da ilha, ideal para quem não quer agito, mas também não abre mão de um certo conforto. O problema acontece quando chega a hora de comer. Eu me viro bem (adoro peixes e frutos do mar), mas e um vegetariano? Como ele sobrevive? Confesso que foi um pouco complicado!

A praia (como qualquer uma outra) é cheia de barraquinhas, mas eu percebi que nenhumas delas se tocou que vegetarianos também gostam de ir para a praia. Claro, a maior parte das pessoas quando vai para um lugar desses quer comer peixes e frutos do mar frescos mas cabe dizer (eu sei que vocês já sabem disso, mas pelo jeito não custa reforçar) que eles também são carnes, e nossos amigos vegetarianos não os comem. Desta forma, creio eu, não custa oferecer algumas opções que fujam da batata frita. E convenhamos, não precisa ser muito criativo para bolar alguns petiscos gostosos de serem comidos na beira do bar e acompanhados de uma cervejinha gelada.

A barraca que ficamos, a Bar Baridade (para conhecer mais dela, veja o post no meu blog pessoal) servia pratos de comida, então em um dia a Veri comeu arroz branco e batata souté e no outro, macarrão (que sejamos justos, estava delicioso, mas não combina com o pé na areia). Porém eles foram muito legais ao trazerem uma porção de salada quando ela disse que era vegetariana. Ponto para o lugar.

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Crepe integral de camarão e crepe de palmito

Durante a noite, apesar de muitos restaurantes, encontramos os mesmos problemas: todos serviam praticamente só peixes e frutos do mar. Mesmo as massas continham quase que invariavelmente um desses ingredientes. Assim, em um dia fomos em um rodízio de pizza e em três deles comemos crepe na Crepes Mania, que aí sim oferecia muitas opções vegetarianas e era muito gostoso. Acabou salvando a nossa vida.

A viagem foi incrível! Amamos, a praia é uma delícia, o clima, o ambiente, tudo. Planejamos voltar mais vezes, mas fica a dica para quem abrir um restaurante à beira mar: criem algumas opções para vegetarianos, vocês não vão se arrepender.

Guia de viagem:

Hotel Geranius

Rua Silveira, 108 – Praia dos Ingleses – Florianópolis SC

http://www.hotelgeranius.com.br

Bar Baridade

Praia dos Ingleses (na altura do posto da polícia)

Crepes Mania

Estrada Dom João Becker, 305 – Praia dos Ingleses – Florianópolis SC

http://crepesmania.com.br/





Vegetarianos comem bem em Blumenau?

9 04 2013

Oi, pessoal!

Duvidaram que eu fosse aparecer de novo por aqui? Poisé, tenho muitas coisas para contar e, além disso, tenho um pauteiro (ou editor) muito exigente. Não sei se vocês conhecem, mas é um tal de Hiran, que sempre escreve aqui! E se segurem, pq o post de hoje é longo!

=P

Vamos ao assunto de hoje? Que tal falarmos de viagens?

Na Páscoa nós fizemos uma viagenzinha muito bacana por Florianópolis e Blumenau – e é sobre esta última que falarei hoje! Nos divertimos muito, comemos super bem e barato, principalmente para quem está acostumado aos padrões de São Paulo! Depois, é claro, vou falar de Floripa – ô cidade linda! Aguardem!

Bem, visitamos Blumenau num sábado (duas horas e meia de carro de Floripa), e o clima estava super gostoso. Montamos uma programação que incluía a Vila Germânica, o centro da cidade, uma cervejaria e o outlet da Hering – sim, a fábrica deles fica lá! Como a cidade não é lá tão grande, reservamos apenas um dia para conhecermos.

A Vila Germânica foi nosso primeiro destino. Vejam só que graça:

Vila Germânica - Blumenau

Vila Germânica – Blumenau

Quando decidimos comer, fomos até o restaurante Bier Vila. Como havíamos tomado o café da manhã bem cedo, chegamos varados de fome. Sinceramente, eu achei que não encontraria muitas opções para vegetarianos em Blumenau por conta da tradição alemã, mas olha, mordi minha língua. Vejam o cardápio do Bier Vila:

Cardápio Bier Vila

Cardápio Bier Vila

Cardápio Bier Vila

Cardápio Bier Vila

É claro que a maioria das opções são para os carnívoros, mas as três sugestões de batata rosti sem carne me deixaram doida. Demorei para escolher e resolvi ir de Italiano – 4 queijos. Dá só uma olhada na foto do meu prato:

Batata Rosti - Italiano 4 queijos

Batata Rosti – Italiano 4 queijos

Agora mais de perto, vai:

Mais de perto

Mais de perto

Sério, vocês acham que existe alguma chance de eu ter saído insatisfeita de lá? Impossível.

Hiran escolheu um prato com uma porção de salsichão – veja na foto do cardápio o Salsicha Alemã, que leva salsicha branca e vermelha fatiada, com mostarda clara, escura e raiz forte. Ele adorou!

Salsicha Alemã

Salsicha Alemã

Fazia tempo que o Hiran queria comer dessas salsichas. Ele gostou muito, mas toda hora pedia uma bicadinha do meu prato. Mas sabe…eu entendo…

Sou muito compreensiva...

Sou muito compreensiva…

E nisso voltamos ao objetivo principal do blog, que é encontrar lugares que atendam bem tanto vegetarianos, quanto carnívoros. Vocês que me acompanham há algum tempo sabem que não sou de ficar pregando o que é melhor para mim por aí. Acho que cada um faz suas escolhas e vive de acordo com elas. Eu fiz a minha e gosto quando lembram que pessoas como eu podem existir. Simples assim! Bem, e só pra mencionar o preço: Hiran tomou um chopp artesanal (Bierland), eu tomei dois sucos de abacaxi, e escolhemos nossos dois pratos – a conta deu R$ 50,00. Em São Paulo, cada prato desse teria custado isso. Bom ser feliz gastando menos, não?

Resumo da viagem para Blumenau =)

Resumo da viagem para Blumenau =)

Outras indicações bacanas para quem for passar por Blumenau:

Cervejaria Bierland, com diversas opções de chopp e cerveja – o Hiran vai falar melhor sobre isso depois:

Rua Gustavo Zimmermann, 5361 Itoupava Central

Blumenau, Santa Catarina, Brazil

Hering – loja da fábrica - compensa bem, viu…

R. Hermann Hering, 1790 – Bom Retiro, Blumenau – SC, 89010-900, Brasil

Empório Hemmer – compramos mostardas, molhos, pimenta…vamos experimentar e contar tudo para vocês depois, mas o precinho é muito amigo!

Rua Alberto Stein, 199 – Sala 109 – Empório Vila Germânica, Blumenau, SC
Cep 89036-200
Horário de funcionamento: segunda a sábado 10h-21h e domingo 13h-19h
Contato: (47) 3335-1915

Por enquanto é isso!

Aguardem mais dicas! Gostaram das de hoje?

Bjo!

veri

 




Tô de volta (de novo) e dica de hamburguer veggie

7 04 2013

Poisé, gentes!

Ceis pediram, o Hiran praticamente implorou, minha mãe me xingou, e aqui estou eu escrevendo para vocês!

=)

Tô ensaiando esse post desde fevereiro, mas sempre acontecia alguma coisa que me parasse – o computador lento, perdi a senha do wordpress, o que me deixou num limbo digital quanto ao blog, fiquei um século procurando fotos que eu queria postar aqui…o fato é, como não trabalho como jornalista no dia a dia, sinto muito a falta do meu espacinho para poder ‘brincar’ de redatora de vez em sempre. Como muito tempo se passou, é legal eu ir postando de pouquinho em pouquinho para vocês irem se atualizando de vagar, sem se perderem. Tenho muitas dicas e receitas para passar – acho que vocês vão gostar!

A primeira delas é sobre comidinhas muito bacanas que nós recebemos ano passado – olha a vergonha de postar só agora – da Ecobras. Há um bom tempo postei sobre o hamburguer deles, lembram? Na época, eu comentei que eles esfarelavam um pouco na hora de tirar da embalagem para cozinhar. Mas, muito atenciosos que são, eles entraram em contato conosco e explicaram que o certo não é tirar da geladeira antes, como eu fiz. O melhor é levá-los congelados direto para a panela, evitando assim que os hambúrgueres se quebrem. Testei e deu certo! Fica a dica!

E eles nos enviaram vários produtos que recomendo para vocês!

Delisoy - realmente uma delícia

Delisoy – realmente uma delícia

Homus Ecobras

Tofu Cream

Tofu Cream

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Os hambúrgueres

Os hambúrgueres

Produtos Ecobras

Produtos Ecobras

*Gente, nesse tempo que fiquei sem postar até a ferramenta de edição de imagens do wordpress mudou. O que significa que vocês vão ter que aturar minhas galerias tosquinhas por um tempo. =/

De todos os sabores dos hambúrgueres (Clássico, Maia, Inca e Sparta), o que eu mais gostei foi o de azeitona (Clássico). E são super temperadinhos. Vale muito a pena experimentar.

Como sou fanática por comida árabe, gostei muito do homus. Também é outra dica valiosa. Além disso, os patezinhos de tofu também são uma ótima sugestão para quem gosta de variar, ou servir alguma coisa diferente para os amigos. Também sugiro provarem o delisoy…parece um danete, bem gostoso! Vale a pena!

E vocês viram que mais e mais marcas têm investido em novas opções vegetarianas? Logo mais falaremos disso por aqui. Aceito sugestões de quem tiver provado algo diferente!

Por hoje é só!

Sentiram saudades?

Bjo!

veri

 

 





Pedra na Vesícula

26 03 2013

Antes de tudo, vou deixar bem claro: não sou médico nem profissional da saúde. Não quero ensinar ninguém a ser curar de nada, só quero passar a minha experiência, os olhos de um leigo a respeito de um tema médico.

Pedras na vesícula

A Vesícula

Daí vem o que eu realmente quero escrever aqui: a minha experiência de conviver com pedra na vesícula (pedras, no meu caso), como eu descobri, o que isso mexe com nosso dia a dia e a operação. Parece um assunto nada a ver com esse blog, mas posso afirmar que tem sim, pois se tem uma coisa que essas pedras afetam, e muito, nossas vidas é na alimentação.

Eu sou uma pessoa com o estômago complicado, meu antigo médico já me disse isso, que toda a minha parte digestiva não é muito boa. Pois bem, nove anos atrás eu operei de hérnia de hiato e, mesmo depois dela, eu continuei tendo diversos problemas, sendo os principais: dores de estômago após comer algo mais pesado, digestão ruim e rápida e muitos gases. Eu por muito tempo tratei isso como sendo gastrite, tomando todos os Prazóis da vida, mas tudo isso era paliativo. Também neste meio tempo fui diagnosticado como intolerante à lactose, e passei a culpá-la por muitas coisas.

Até que um dia um médico resolveu pedir um ultrassom, e ele detectou pedras na minha vesícula. isto foi há quase dois anos. Então fui atrás de entender o que era isso, e descobri que é mais comum do que eu pensava, e muita gente foi operada disso.

Por uma puta sacanagem do meu plano, não pude ser operado então (só consegui depois de quebrar o pau e ameaçar de tudo quanto é jeito, mas isso é outra história) então tive que conviver todo esse tempo com essas porcarias no meu organismo. E o que isso significa? Bem, tentarei dar alguns exemplos:

- Não podia comer alimentos de difícil digestão (gorduras, frituras, carnes fibrosas ou com nervo). Era comer e eu sabia que iria passar mal antes do prato terminar e que teria que voar ao banheiro em minutos.

- Esta questão de banheiro é tensa, pois a vesícula comprometida diminui a capacidade de digestão, então perdi as contas de quantas vezes tive que ir da mesa de refeição direto para o trono.

- “Ah, alimento gorduroso é carne…”. Ledo engano. Descobri da pior maneira, numa crise, que um dos alimentos que mais levam portadores de pedra na vesícula para o hospital é uma pizza com queijo.

- As crises. Te falo, não desejo uma dor dessa pra ninguém. Você não tem posição, chora de dor. Um dia cheguei à vomitar de cor, coisa que nunca havia feito antes. Dói muito, e a dor dura horas e só melhora com alguma coisa muito forte na veia (tô falando drogas legais, meus amigos).

Pois bem, já deu para perceber onde quero chegar, né? Se você tem pedras na vesícula, coma muitos alimentos leves e em pequenas porções. Beba também muita água, pois além da falta dela ajudar a gerar as pedras, ajuda na digestão. Água, nunca refrigerante. Uma coisa que funcionava muito bem comigo mas que não sei se é norma é gengibre. Um suco com ele ou mesmo uma colherada em conserva me aliviava.

Mas, tudo isso é paliativo, você precisa entrar na faca para sarar (ou, no caso, nos furos, porque é daquelas operações simples por vídeo). Se você tem pedras, tire. Se você sente alguns dos sintomas que eu disse, mas nunca fez ultrassom, faça.

Operei há apenas 15 dias, então não estou pronto ainda, meu fígado tá aprendendo a suprir a vesícula, então minha alimentação é super leve, mas confesso que logo logo vou poder realizar meu desejo de ir há uma churrascaria, algo que há anos eu não posso nem passar na porta.





Soup for Dummies

19 03 2013

Lembram que eu disse que eu fiz uma sopa? Então, eu fiz e ela ficou boa. Ontem resolvi repetir a dose, e não é que ela ficou melhor ainda? Pois é, dentro do meu processo caótico de “cozinhar”, parece que eu peguei o jeito.

Processo caótico? Como assim? Quem acompanha aqui há mais tempo sabe que a cozinheira do casal é a Veri (apesar dela andar meio vagal e não postar nada, ela continua fazendo coisas muito boas). E ela também é bem mais metódica, cozinha como deve ser, com receita, ingredientes em quantidades certas, tempo de cozimento e toda estas coisas que são importantes quando se trata de escrever uma receita para outras pessoas fazer.

Eu, por outro lado, já que não sei cozinhar direito, vou pra cozinha, vejo o que tem lá e invento alguma coisa. As vezes sai uma porcaria, as vezes sai coisa boa. Como a sopa.

Pra começar, é muito simples: você pega uma panela de pressão, coloca água e algumas espigas de milho e põe para cozer (palavra feia). Simples, não?

Cozendo o milho

Cozendo o milho

 

Depois, você tira o milho, coa a água pra tirar as impurezas e devolve na panela de pressão. É agora que a sopa vai começar a ser feita. Eu divido o processo em duas fases:

Agora tudo junto na panela

Agora tudo junto na panela

- Na primeira, nessa água do milho (que está com um sabor bem gostoso, acreditem), eu coloco alguns legumes crus picados (já usei batata, cenoura, abóbora, mas aí vai da sua criatividade. Ou da sua geladeira) e tempero com sal e caldo de legumes. Então fecho a panela e ponho pra ferver na pressão por uns 5 a 7 minutos, não mais do que isso. O objetivo aqui é amolecer os legumes e pegar o tempero.

- Na segunda, eu coloco o milho já dessabugado (essa palavra é da hora) e qualquer outra coisa que você queira para dar um gosto especial. Sugestões? Ontem eu usei champignon, deu um charme especial na sopa. Outra coisa muito boa nesta hora é reaproveitar aquele arroz branco que está meio jogado no fundo da geladeira, quase indo pro lixo. Daí é só fazer o mesmo processo por mais uns 5 minutos, só prestando atenção se não precisa por um pouco mais de água para não ficar muito seco.

O tempero é à gosto e à sua criatividade. Como eu estou convalescente e a Veri não me deixa comer nada muito temperado, eu só coloquei uma pitadinha de pimenta calabresa (deu uma ardência bem gostosa) mas da próxima eu vou caprichar mais.

Pois bem, aqui está uma receita fácil de sopa, que é bem gostosa e ainda aproveita as coisas que estão na geladeira. Até a próxima!

Vamos comer?

Vamos comer?

 





Home Alone: Pernil

19 02 2013

Eu continuo sozinho em casa. E imagina a situação: domingo, sozinho, uma puta preguiça de cozinhar e com fome. Adivinhem o que eu fiz?

Fui até a Casa de Carne Parisiene que fica na Praça 14 Bis, aqui na Bela Vista, e comprei uma peça de meio quilo de Pernil, e levei para comer em casa. Como eu não sou um ogro, fiz uma panela de arroz com alecrim e comi com o pernil, no almoço e na janta (no café da tarde foi a pizza que sobrou do sábado a noite). Vou contar, que pernil delicioso! Vou voltar e comprar mais, e também experimentar a Fraldinha que tem lá, já que é a minha carne preferida.

Até tirei uma foto do prato, mas o Hootsuite é muito cuzão e não salva a foto, portanto vocês podem ver a foto aqui (e é bom saber disso, agora eu primeiro tiro a foto e depois posto).

Depois deste final de semana com pizza, cerveja e pernil, imagina como eu acordei segunda? Então, amanhã eu conto como resolvi virar gente de novo.








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